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Mata Atlântica – A segunda maior floresta do Brasil

A preservação deste bioma é fundamental para a regulação ambiental, porém entre os
anos de 2020 e 2022 o desmatamento chegou a 75 campos de futebol por dia
.

Um tesouro natural – a fauna e flora da Mata Atlântica

O dia nacional da Mata Atlântica é comemorado no dia 27 de maio, a data é uma homenagem à “Carta de São Vicente”, escrita em 1560 pelo Padre Anchieta. Esta carta foi descrita no intuito de informar o leitor português sobre a fauna e flora (terrestre e aquática) da região de São Vicente (SP) até a Bahia. Anchieta analisou o regime de chuvas e relacionou a abundância do elemento água com um importante fator de desenvolvimento da Mata Atlântica e seus habitantes. Tais características ambientais traziam benefícios para os povos originários que se alimentavam e medicavam usando recursos provenientes da
natureza.

A Mata Atlântica é a segunda maior floresta tropical do Brasil e sua biodiversidade é uma das maiores do planeta: milhares de espécies vegetais e animais existem apenas ali.

Mata Atlântica – a maior taxa de desmatamento ao longo da história do país

Originalmente em 1502, o bioma da Mata Atlântica se estendia continuamente por todo litoral do Rio Grande do Sul até o Rio grande do Norte – representava cerca de 15% do território brasileiro. Contudo, para justificar o interesse e a exploração, o colonizador português deu início à extração do pau-brasil. Inclusive, em 1505 o “novo continente” foi nomeado como Terra do Brasil. Desde então, a Mata Atlântica sofreu desmatamento para tornar viável o desenvolvimento das principais atividades econômicas do Brasil, tais como: a extração de pau-brasil, plantação de cana-de-açúcar e café, mineração, e também uso do solo para o setor da agricultura e pecuária.

Hoje em dia existem somente dois grandes contínuos de Mata Atlântica que estão localizados na Serra do Mar entre o Paraná e Rio de Janeiro e na região de Foz do Iguaçu, na fronteira com a Argentina e Paraguai. Segundo dados da SOS Mata Atlântica, devido à urbanização e industrialização, restam apenas 12,4% da floresta original. Apesar da grande importância relacionada a biodiversidade e manutenção climática, a Mata Atlântica é reconhecida por ser o bioma mais devastado ao longo da história do país. O contínuo desmatamento, coloca em risco diversas espécies vegetais e animais, além de reduzir o sequestro de carbono e a transferência de oxigênio e umidade para atmosfera.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, “só nos seis primeiros meses de 2020, a derrubada da Mata Atlântica já era maior do que em todo o ano anterior”. De acordo com a SOS Mata Atlântica e projeto Mapbiomas, “durante os dez primeiros meses de 2022 o desmatamento chegou a 48.660 ha ou o equivalente a aproximadamente 75 campos de futebol por dia. Entre janeiro e outubro, Bahia e Minas Gerais apareceram como as unidades que mais desmataram a Mata Atlântica”. Contudo, o boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica apontou que nos cinco primeiros meses de 2023 Minas Gerais registrou queda de 47% no desmatamento.

Nossa parte é prezar por políticas públicas que presem a preservação

Segundo a SOS Mata Atlântica, o Brasil assumiu compromissos internacionais de recuperação das florestas. No Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, incluiu como meta restaurar 12 milhões de hectares de florestas e implementar 5 milhões de hectares de sistemas com integração entre lavoura, pecuária e floresta, até 2030.

É de extrema urgência que os órgãos públicos e sociedade levem a sério a necessidade de preservação e recuperação das matas não só para proteger as espécies (incluindo a nossa), como também para evitar a falta d’água e a ocorrência de eventos climáticos extremos – como já estamos enfrentando – bem como, favorecer a regulação do clima e purificação do ar.

Além de reduzirmos o uso de combustíveis fósseis e de qualquer agente artificial que gere efeito estufa, precisamos, de fato, reconstituir a Mata Atlântica por meio de reflorestamento verdadeiro, já que reflorestar, não é replantar para extrair madeira de crescimento rápido.

O principal objetivo desta data é conscientizar a população para a conservação, recuperação e uso sustentável da mata atlântica. Esperamos que após este texto você tenha conseguido vislumbrar um panorama maior desta nossa história. Não estamos no fim, podemos fazer diferente! Em ano de eleição coloque a mão na consciência e escolha candidatos que priorizem o meio ambiente e a sua preservação!

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