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ESQUELETO DE BALEIA JUBARTE É RESTAURADO EM UBATUBA

Publicado em 27 de março de 2017

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Equipe do Aquário trabalha na restauração da ossada. Divulgação.

Equipe do Aquário trabalha na restauração da ossada. Divulgação.

Aquário de Ubatuba, em parceria com os restaurantes Gauchão e Rei do Camarão comandam a operação de restauro do esqueleto exposto desde 2008

 

Ubatuba, 17 de março de 2017 – Equipe do Aquario de Ubatuba comanda uma operação de restauro da ossada de uma baleia Jubarte, exposta desde 2008 na orla da Praia do Itaguá, em Ubatuba. O esqueleto estava em processo de degradação devido à má conservação e falta de manutenção. Em parceria entre empresários e Prefeitura Municipal, toda a praça esta sendo reformada.

 

“A nova gestão compreendeu a importância de mantermos a ossada conservada e nos solicitou ajuda. Hoje, o esqueleto da baleia virou um ponto turístico importante da cidade. Inclusive, o local passou a ser conhecido como a Praça da Baleia”, ressalta Hugo Gallo, proprietário do Aquário de Ubatuba.

 

Além do restauro para manter a conservação e preservar o esqueleto da Jubarte, a praça foi limpa e a manutenção da iluminação realizada. Resta agora, aguardar o agendamento da Secretaria de Obras da Prefeitura para finalizar alguns detalhes como a troca dos corrimãos que beiram o rio. “Já providenciamos a compra da madeira para a troca dos corrimãos, acredito que em breve moradores e visitantes vão poder desfrutar de um ambiente mais limpo, agradável e seguro”, completa Gallo.

 

Relembre o caso

A Baleia Jubarte encalhou morta na Praia Grande de Ubatuba em outubro de 2000. Lá o animal permaneceu enterrado por oito anos.

 

Devido às obras de infraestrutura na orla da Praia Grande, foi necessária, em 2008, a remoção da ossada. A excelente conservação do esqueleto possibilitou montar e expor a ossada da Jubarte, que pesava cerca de 20 toneladas e media 15 metros de comprimento.

 

“Nós tomamos o cuidado na época do enterro de jogar cal e cloro na cova para evitar qualquer contaminação da praia. Eles atrasaram a decomposição da carne do animal, com isso, recolhemos o esqueleto quase que mumificado”, declarou Hugo Gallo ao site G1 na época da retirada dos ossos.

 

INFORMAÇÃO À IMPRENSA                                   

Janaína Pedroso

imprensa@aquariodeubatuba.com.br (12) 3834-1382


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